"De Volta para o Futuro" é um clássico da ficção científica dos anos 80 que conta a história do adolescente Marty McFly (Michael J. Fox), que é acidentalmente enviado ao passado pelo cientista excêntrico Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd) em um DeLorean modificado. Agora, preso em 1955, Marty precisa encontrar uma maneira de voltar para o futuro e impedir que acontecimentos catastróficos afetem sua família e sua própria existência.
Dirigido por Robert Zemeckis e escrito por Zemeckis e Bob Gale, "De Volta para o Futuro" é um filme com uma narrativa ágil e dinâmica que equilibra humor, aventura e ficção científica. A direção de Zemeckis é habilidosa ao alternar entre o passado e o presente, criando uma atmosfera nostálgica dos anos 50 e um futuro imaginário cheio de tecnologia e velocidade. A trilha sonora de Alan Silvestri é icônica, com o tema principal do filme sendo facilmente reconhecido e memorável.
O elenco é liderado por Michael J. Fox, que traz um carisma e uma energia cativantes para o personagem de Marty McFly. Christopher Lloyd está igualmente impressionante como o Dr. Emmett Brown, trazendo uma loucura divertida e excêntrica para o papel. O resto do elenco de apoio também é forte, incluindo Lea Thompson como a mãe de Marty, Crispin Glover como seu pai e Thomas F. Wilson como o antagonista Biff Tannen.
A partir daqui, se você não assistiu ao Filme, fica o alerta para Spoiler!
Lembro-me como se fosse ontem da primeira vez que assisti "De Volta para o Futuro". Eu era apenas um garoto no ínicio da década de 90.
No primeiro ato, fui apresentado ao jovem Marty McFly, um adolescente que se mete em encrencas com a polícia e sonha em ser uma estrela do rock. Mas o que realmente me encantou foi o personagem do cientista maluco, Dr. Emmett Brown, interpretado pelo brilhante Christopher Lloyd. Ele constrói uma máquina do tempo em um DeLorean, e juntos eles embarcam em uma aventura que me fez sonhar com viagens no tempo.
O cenário do subúrbio americano dos anos 80 foi muito bem construído, me fazendo sentir que estava naquela época. As cenas de ação e perseguição foram eletrizantes, mas o que mais me marcou foi a relação entre Marty e seu pai, que é apresentado como um sujeito tímido e inseguro, mas que acaba mostrando coragem para defender a família.
A história começa com Marty McFly (interpretado por Michael J. Fox), um adolescente que mora na cidade de Hill Valley, Califórnia, em 1985. Ele é amigo do excêntrico cientista Dr. Emmett Brown (interpretado por Christopher Lloyd), que inventou uma máquina do tempo em forma de um DeLorean DMC-12 modificado. Enquanto Marty está ajudando o Dr. Brown a testar a máquina do tempo, eles são surpreendidos pela chegada de bandidos, que acertam o cientista e acabam sendo perseguidos pela polícia. Marty se vê obrigado a usar a máquina do tempo para escapar dos criminosos, e acaba viajando para o ano de 1955.
Assim que chega em 1955, Marty encontra o jovem Dr. Brown, que ainda não inventou a máquina do tempo, e precisa encontrar uma maneira de voltar para casa. No entanto, ele acaba alterando a linha do tempo ao impedir que seus pais se conheçam, e precisa fazer de tudo para unir seus pais e consertar a linha do tempo antes que seja tarde demais.
No segundo ato, Marty precisa fazer de tudo para ajudar seus pais a se apaixonarem, e para isso, acaba se aproximando de sua mãe Lorraine (interpretada por Lea Thompson) e do jovem George (interpretado por Crispin Glover). Ele precisa ajudar George a enfrentar o valentão da escola, Biff Tannen (interpretado por Thomas F. Wilson), para que ele possa salvar Lorraine e garantir que seus pais fiquem juntos. Além disso, Marty precisa encontrar uma maneira de recarregar a bateria da máquina do tempo para voltar para casa.
No terceiro ato, Marty precisa enfrentar os mesmos bandidos que o perseguiam em 1985, agora em 1955. Ele precisa encontrar uma maneira de impedi-los de interferir na história e mudar ainda mais a linha do tempo. Enquanto isso, o Dr. Brown acaba se apaixonando por uma mulher do século XIX, Clara Clayton (interpretada por Mary Steenburgen), e precisa encontrar uma maneira de voltar para o futuro com ela. A tensão aumenta quando o tempo está se esgotando, e Marty precisa correr contra o relógio para voltar para casa antes que seja tarde demais.
No final, Marty consegue consertar a linha do tempo e salvar seus pais, e retorna para 1985 com o Dr. Brown e Clara. Eles são recebidos com muita alegria, e Marty percebe que aprendeu muito durante sua aventura no passado. O filme termina com Marty se preparando para a sua próxima aventura.
- O personagem de Marty McFly originalmente não era interpretado por Michael J. Fox. Eric Stoltz foi escalado para o papel, mas após algumas semanas de filmagem, o diretor Robert Zemeckis e o produtor Steven Spielberg decidiram que ele não era certo para o papel. Então, Michael J. Fox foi chamado e teve que equilibrar as gravações do filme com sua agenda de gravação na época da série de televisão "Family Ties".
- O carro DeLorean usado no filme foi originalmente planejado para ser uma geladeira. Os escritores Robert Zemeckis e Bob Gale pensaram em uma ideia de uma máquina do tempo em que o personagem principal viajaria no tempo dentro de uma geladeira. No entanto, os produtores do filme temeram que as crianças tentassem imitar o personagem principal e ficariam presas em geladeiras, então essa ideia foi descartada.
- O filme foi inicialmente rejeitado por muitos estúdios antes de finalmente conseguir um acordo com a Universal Studios. Algumas das preocupações levantadas pelos executivos do estúdio foram que o título do filme poderia ser confuso e que a máquina do tempo parecia muito com um dispositivo sexual.
- A linha "Where we're going, we don't need roads" ("Para onde vamos, não precisamos de estradas") se tornou um dos slogans mais icônicos do cinema. A linha foi improvisada pelo ator Christopher Lloyd (que interpreta o Dr. Emmett Brown) durante as gravações da cena final do filme.
- A cena em que o carro DeLorean voa foi uma das mais difíceis de filmar. Para conseguir a sensação de que o carro estava voando, foram usados fios e uma espécie de guindaste para levantar o carro no ar. A cena também foi filmada à noite para ajudar a esconder os fios e outros equipamentos de suporte.
- O filme teve duas sequências, "De Volta para o Futuro II" e "De Volta para o Futuro III", que foram filmadas juntas. Isso foi feito para economizar dinheiro e permitir que a equipe de produção usasse os mesmos cenários e figurinos em ambos os filmes.
- O filme foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Especiais, mas perdeu para "Cocoon". No entanto, a equipe de efeitos especiais de "De Volta para o Futuro" recebeu um prêmio da Academia por suas realizações técnicas no filme.



























